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O Resgate de Arduin

Samira, Everdur, Aeron e Azalin invadem o beco da guilda na tentativa de realizar um ousado resgate. O grupo enfrenta diversos ladrões e acabam se deparando com seres estranhos de aparência ofídica. Azalin reconhece os seres como membros de uma raça perigosa chamada Yuan-ti. Após derrotar os oponentes, o grupo consegue resgatar o grão-sacerdote Arduin e o levar de volta em segurança para o templo de Úkion. Lá eles interrogam um prisioneiro que acaba revelando uma união suspeita entre Sharen, o líder da guilda dos ladrões de Dragórios com os misteriosos e perigosos cultistas Yuan-ti. Samira encontra um item mágico na casa utilizada pela guilda e Azalin reconhece o artefato como o item que seu mentor na Universidade Arcana o encarregou de encontrar e identificar. O jovem mago descobre que se trata de um item utilizado para armazenar energias vitais e também para realizar comunicação à longas distancias. Arduin decide que há um grande perigo contra o orfanato do templo de Úkion e de...

Um Reino de Mentiras - A Busca de Arduin

Um paladino asimar de uma terra distante chamado Aeron foi até Dragórios seguindo os rastros de uma seita maligna que venera um Deus esquecido e perigoso. Seus caminhos se cruzaram com os de Arduin Alvaluz, um temido e respeitado grão-sacerdote de Úkion que, aparentemente, também estava em busca dos cultistas e portava um peculiar cajado com o formato do símbolo sagrado de Seth, o Deus da Traição. O grão-sacerdote invade de maneira imprudente uma região perigosa conhecida como o Beco da Guilda e o paladino o acompanha, apesar das objeções do clérigo. Uma elfa vigilante e misteriosa chamada Samira seguia os rastros de uma seita que estava sacrificando crianças em rituais malignos em Dragórios quando presencia uma emboscada contra seu velho amigo Arduin e Aeron no Beco da Guilda. O paladino consegue escapar da emboscada com a ajuda da misteriosa elfa, mas Arduin não tem a mesma sorte e acaba sendo subjugado em combate por um misterioso e poderoso guerreiro com uma aparência ofídica. ...

A Saga do Inverno - Prólogo

Quando este inverno começou ninguém se importou. Pelo menos, não mais do que as pessoas sensatas se importam com o começo de qualquer inverno. Este inverno, entretanto, foi diferente de todos os demais e nunca houve registro de um evento assim em Eroth. O inverno da morte. É assim que muitos o chamam. Ele chegou há quase cem anos e nunca mais nos abandonou. Eu vi Reis e nobres congelaram até os ossos dentro de seus poderosos e ricos castelos. Eu vi ouro se tornar gelo, assim como as pedras das muralhas. Tudo ruiu, tamanho o frio e longevidade do inverno. Cidades inteiras desapareceram e os corpos congelados não precisam de túmulos ou rituais de cremação. Até hoje, suas faces estão conservadas da maneira que eram quando morreram, imunes ao tempo e à deterioração. Eu nasci e cresci neste inverno, assim como todas as outras pessoas que conheço. Meu avô contava histórias sobre os dias de verão, de primavera e de outono. Dias de árvores verdes, calor e abundância. Para ele, aqueles d...

O Retorno de Drakor - Fortinária e a batalha de Kadir

Bado Escudo de Carvalho entrou pelo salão do trono ainda trajando seu equipamento de batalha. Estava sujo, ofegante e suas vestes estavam cobertas de sangue, terra e mais sangue. Ajoelhou-se quando se aproximou do Dunkar. _ Senhor, venho trazer-lhe o relatório da batalha nos campos de Kadir. Conseguimos vencer e o cerco foi finalmente desfeito. Tivemos muitas baixas mas foram menos do que esperávamos. O Dunkar esboçou um sorriso e pareceu satisfeito com as palavras de seu Capitão-chefe. _ É uma boa notícia meu bom amigo. Finalmente poderemos retomar as terras que nos pertencem... - Subitamente interrompeu a fala com uma crise de tosse que durou alguns segundos. Bado pode perceber a fragilidade de seu líder e se entristeceu por isso. _ Senhor, devemos a vitória ao comandante dos humanos. Acho justo conceder-lhe o mérito que lhe é merecido. Nossos homens estiveram a ponto de debandar frente a um maciço ataque liderado por um demônio gigantesco. Mas Leriniel quando percebeu o movi...

O Retorno de Drakor - Decisões de Alarish

O Drow ainda tinha as roupas sujas com o sangue de seu mestre. Cortara a garganta de Gkhalë com um punhal sem pestanejar quando seus captores libertaram ambos, mas seu mestre estava com as mãos atadas. Foi um ato covarde mas necessário para sobreviver depois de ter entregado tão preciosa informação aos inimigos. Agora eles sabiam sobre o ponto fraco de Astúrion, o necromante demoníaco, o cego que tudo via, o usurpador de toda a vida. Alarish fitou a bifurcação com a mente confusa e cheia de dúvidas: _ Se seguir para o leste retorno para Arcänia, para junto de meus irmãos e para a vassalagem ao necromante e punição por ter levado os inimigos até a porta secreta. Se seguir para oeste enfrentarei um mundo de homens querendo a minha cabeça empalada numa estaca, enfrentarei a desconfiança e a ira dos anões também. - O Drow pensava consigo mesmo. parado no meio do tortuoso caminho pelo qual tinham guiado o grupo de inimigos até uma entrada secreta da cidade necrópole. _ Os humanos e al...

O Retorno de Drakor - Em busca de Asturion e conversas no acampamento

O grupo de heróis seguiu o rastro de Asturion para tentar encontrar a filactéria de Drakor, mas acabou descobrindo que o necromante não estava no local onde a emboscada foi realizada. Um aprendiz do inimigo fora capturado e revelou o verdadeiro paradeiro de seu mestre. Asturion pretende realizar um ritual utilizando a energia das árvores da Vida do vale de Arlin para criar uma defesa mágica poderosa e impedir qualquer um de ter acesso a filactéria de Drakor. Felizmente seus planos foram frustrados quando o grupo impediu seu aprendiz de destruir a última das árvores. Agora o grupo parte em direção ao centro da grande necrópole construída pelo inimigo. Uma jornada árdua e perigosa, sendo guiados pelo seu prisioneiro. Enquanto isso, Leriniel acampava próximo a um templo abandonado, ao sul de Fortinária liderando um grupo de aproximadamente 300 homens. Encontrava-se próximo à uma fogueira, extendendo os braços afim de aquecer, pelo menos um pouco, o corpo exausto e castigado pelo fr...

O Retorno de Drakor - Prólogo para os personagens

Drakien e Drakor destruiram-se em Dragórios, levando consigo grande parte da cidade, mas o poder de Drakor não se extinguiu por completo. Devido a sua nova condição de Dracolich, o retorno do grande rei Dragão é apenas uma questão de tempo e sem seu poderoso irmão para detê-lo, nada poderá impedir suas ambições de conquista e vingança contra os Deuses e o mundo. Um grupo de bravos heróis conseguiu encontrar um ultimo fragmento da mente de Drakien, desesperadamente tentando guiar os povos livres de Esdra em sua nova luta contra Drakor. Drakien enviou o grupo para o plano dos Eladrins, onde eles ajudaram Eleldar a combater as hordas invasoras comandadas por generais leais ao grande Dragão Rei corrompido. Durante as guerras feéricas, muita coisa aconteceu... Aeris descobriu ser neta de Eleldar e atual herdeira de Silëndar e Ar-Finël. Descobriu-se que seu pai Fienel, irmão mais novo de Alarin, lutou bravamente ao lado de sua esposa Lenarë durante as invasões planares demoníacas. ...

O Protegido do Dragão

Durkad fazia sua patrulha rotineira, cobrindo vários dukes de terra à procura de sinais do inimigo. Os exércitos do escolhido do Sol logo deveriam se mobilizar para a grande e última batalha de Esdra. Os elfos ainda resistiam, mas não poderiam suportar o pesado ataque da cavalaria alada inimiga. As cidades élficas eram belíssimas, mas extremamente difíceis de se defender. Era esta a opinião de Durkad e ele sabia que suas opiniões eram sempre corretas. Fortinária, entretanto era fácil de se defender. Na verdade a fortaleza era um bastião de força e glória dos anões em Denaroth. Esculpida em uma montanha, a capital do reino de Kadres jamais havia sido derrotada em sua história. Nunca um Dunkar foi subjulgado dentro de suas muralhas, e a profecia anã ainda continuava intacta. Todos confiavam em seu novo líder, aquele que dizia ter sido escolhido por Toran para trazer a glória aos anões novamente: Krelian era seu nome e sua simples menção era suficiente para causar pânico nos inimigos de ...

O Filho de Akalin

Akalin, discípulo de Tilintalos, é famoso entre os Dragorianos. Sua fama e coragem se espalharam longe, e o halfling ainda é respeitado entre aqueles que viviam sob a bandeira de Dragória. Ele era admirado por ser o último membro do grupo que derrotou Oderon, o poderoso vampiro discípulo de Mokus. O astuto halfling era um herói audaz, poderoso e destemido. Após muitos anos servindo ao reino de Dragórios, ele encontrou paz e tranquilidade numa pacata vila litorânea ao norte de Dragórios. Lá ele constituiu seu lar e iniciou sua família. Vivia tranquilamente com seus filhos e sua esposa à beira mar, quando os ataques Davianos começaram. Logo o herói foi chamado para ajudar a se proteger dos invasores, liderados por um suposto ser mítico. Akalin pensou que seria apenas mais uma missão de rotina, mas não eram estes os planos do destino para ele. Akalin teve uma vida heróica, sendo responsável por várias canções dos bardos de Esdra, porém a idade e o cansaço minavam as forças do lendário...

A lenda do brilho sombrio

Drowmorëldor é conhecida em Esdra como "A Cidade Sombria". O mau e o medo imperam na região aos arredores da cidade. A cidadela fortaleza é famosa por seus cruéis habitantes: Os poderosos elfos negros. Quando atingem uma determinada idade, uma prova lhes é imposta. Os jovens drows devem provar seu valor vivendo no exílio, na perigosa e selvagem floresta da morte por três anos, para que possam retornar e serem considerados verdadeiros membros da sociedade Drow. Apenas os poderosos sobrevivem ao cruel teste, e Laucian era um destes. Filho do Rei Lastiël, ele fora o caçula de 3 irmãos. Lorus, Elricth e Laucian sempre foram muito cobrados por toda a sociedade, pois os principes Drows sempre devem ser os mais fortes entre todos os demais de sua raça. Desde pequenos, os três principes foram preparados para uma vida de luta e glória. Aprendendo a suportar a dor e sendo instruídos nos rituais maléficos da sociedade dos elfos sombrios. Quando foram para o exílio, os principes ...

O chamado de Serena

Mikael nasceu no primeiro dia do calendário Dragoriano. Dia reservado a homenagens para Serena, a Deusa da vida. Desde pequeno, o jovem garoto aprendeu a respeitar e louvar a poderosa Deusa. O cuidado com a natureza e respeito à vida sempre foram marcas registradas da criança. Certa noite, Mikael teve um sonho com Serena. No sonho, a Deusa o alertava para um grande mal que se abateria sobre sua pacata vila e o aconselhava a fugir dalí, junto com os outros habitantes. A criança despertou e logo alertou a todos ao seu redor sobre o sonho revelador, incitando-os a fugirem. Porém, seus onze anos de idade foram uma grande barreira na crença da maioria das pessoas e apenas seus pais acreditaram na revelação que a jovem criança havia tido. Contudo, Mikael tentou convencer os cidadãos de sua vila até o ultimo minuto, o que acabou lhe custando um precioso tempo. Partiram com um grande atraso e o mal pode ser presenciado por ele e seus apavorados pais. Grandes sombras cobriram as estrelas do ...

A trágica história do Dragão Vermelho-Ouro

Balseraph e Berohar nasceram do mesmo ovo, Dragões vermelhos gêmeos ligados pelo sangue. Apesar de serem gêmeos, os dois apresentavam comportamentos diferentes. Berohar, contrariando sua natureza de dragão vermelho, adotava um comportamento complacente e até mesmo bondoso algumas vezes, enquanto Balseraph personificava a maldade e fazia jus a odiosa fama atribuída aos dragões cromáticos. Até atingir a idade adulta, os dois dragões, ligados por fortes laços de sangue, se mantiveram juntos, apesar das diferenças, porém, quando a maturidade finalmente os alcançou o convívio se tornou absolutamente impossível. Balseraph separou-se de Berohar, indo viver em uma isolada região ao leste. O dragão, apesar de jovem, possuía grande talento e poder, conquistando rapidamente uma vasta área a qual chamou de seu território. Berohar tomou um rumo diferente e partiu em uma peregrinação para tentar compreender o motivo de ser tão diferente do restante dos dragões vermelhos. Queria descobrir po...

Os Manuscritos de Willian Cross

- Ano Imperial 1699 do sagrado calendário estelariano -  Meu nome é Willian Cross. Antigo sacerdote de Arkon. Esta noite eu pretendo partir para enfrentar um antigo Deus que foi banido do panteão sagrado de Esdra. O Deus das sombras. Mas antes de partir decidi documentar um fato importante de minha vida neste manuscrito.A dez anos atrás, eu e um grupo de famosos heróis conhecidos como "Espadas Sagradas" decidimos enfrentar o Dragão Vermelho Rei que habita a montanha do fogo de Beril. Sabíamos da árdua tarefa que nos aguardava, mas julgávamos ser nossa obrigação livrar o mundo de sua influencia maléfica. Fomos ingênuos pois os poderes do Dragão Rei eram infinitamente superiores aos nossos. Fomos poupados na época e a conversa que tive com o Dragão me ficou incrustada na memória. Por longos anos após aquele encontro eu procurei o rei élfico para confirmar ou negar as palavras do dragão, mas falhei na missão. A dúvida que ele plantou em minha mente naquela tarde fatídica des...

A trágica história do Paladino Wite

- Ano 1731 do sagrado calendário imperial estelariano - Bartholomeu Wite. Este nome sempre havia sido visto em Dragória como sinônimo de honra, glória, respeito e admiração. Filho de um nobre cavaleiro falido, o jovem Wite abraçou cedo a devoção a Úkion, Deus da Luz e heroísmo. O bravo guerreiro uniu-se cedo as fileiras Dragorianas, conseguindo para sí o título de cavaleiro, assim como seu pai. Com apenas 18 anos já era admirado em todo o exército e seus poderes além do comum logo lhe renderam um convite para unir-se à famosa Ordem de Paladinos Guardiões.  Com 23 anos, Wite tornou-se o Guardião Branco, e o título da Ordem trouxe a maior responsabilidade do reino: Tornou-o guardião da família real dragoriana. Uma honra apenas dedicada aos mais bravos e habilidosos Dragorianos. Wite cumprira seu papel de forma exemplar até os dias negros que se seguiram. Sempre houveram boatos sobre um poder secreto do paladino. Diziam algumas línguas mais afiadas que ele podia prever...

Carta do General Ironhand para Lorde Arch

 - Ano 1725 do Sagrado Calendário Imperial de Estelária - Lorde Arch Escrevo-lhe para informar sobre o odioso golpe de Estado realizado pelo General Paladino Wite, guardião da família real. Tenho motivos para crêr que, na noite de 14 de março de 1725 do sagrado calendário imperial, o General Paladino Wite assassinou o rei Vitor II e a rainha Arlia em seus aposentos reais, atentando também, na mesma noite, contra a minha vida.  Segundo as leis Dragorianas, sabeis bem que, uma vez que o Reino deixe de ter um comando, o Supremo General Comandante do Exército Dragoriano deve assumir o comando temporáriamente, até que um novo membro da nobreza seja reconhecido Rei por seus pares. Porém, se o Supremo General não estiver em condições de assumir o comando, o Guardião do antigo Rei assume seu lugar nas mesmas condições. No momento encontro-me escondido em uma das dezenas de pequenos fortes localizados nas redondezas de Dragórios. Mas quando esta carta estiver em tuas...

Memórias do Dunkar Krelian

- Ano de 1804 do calendário imperial estelariano - A cerca de sessenta anos, um boato começou a percorrer as ruas da capital real de Dragória. A cidade de Dragórios sussurrava o fato de uma temível professia Daviana estar se realizando. Dragória e Dávia guerrearam a centenas de anos atrás. A guerra foi encerrada após uma inegável vitória de Dragórios sobre os Devas, uma raça de homens-meio leões governantes de Dávia. Devido a um acordo de rendição a capital Nera foi poupada, impondo vergonha e desejo de vingança aos Davianos. Nesta época uma professia foi escrita pelo imperador. A professia dizia que o escolhido de Arkon, o Deus do Sol, um dia nasceria em Dávia e devolveria o orgulho e respeito dos Devas, caminhando sobre as ruínas do palácio Real de Dragórios. A professia, diziam, estava se realizando. Os boatos sobre Arísius, um poderoso Deva portando uma lança dourada que brilha como o Sol corriam os quatro ventos. As notícias das conquistas ao norte preocuparam a Rainha Amand...